Professor disputa prêmio nacional por orientar na criação de colete salva-vidas com GPS

Graças ao desenvolvimento de um colete salva-vidas com GPS, para auxiliar no resgate de náufragos, o professor de robótica educacional da rede estadual de ensino Aluísio Rabello de Oliveira Neto foi indicado ao Prêmio Nacional Professor Destaque. Outros nove docentes, de diferentes regiões do país, concorrem à mesma premiação.
Realizado pela 12ª Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace), nos dias 17 e 21 deste mês, o prêmio tem como objetivo reconhecer os esforços do professor na orientação e acompanhamento de estudantes em projetos de Ciência e de Engenharia. E também por incentivar outros professores a se envolverem a partir do compartilhamento de experiências.O colete foi desenvolvido por jovens inventores do Núcleo de Altas Habilidades Superdotação do Estado (NAAH/S), os alunos Bruna Borges Aguiar, Ygor Silva Fernandes e Gustavo Dela Costa.

Via satélite
Após observação de casos de naufrágio, foi pensado um colete capaz de fornecer as coordenadas geográficas, via satélite, para que as pessoas desaparecidas em alto-mar pudessem ser localizadas com facilidade.“A ideia partiu dos alunos. Na condição de professor, apenas fui orientando e complementando o desenvolvimento do projeto”, explica o professor, que admite estar emocionado com a indicação.

Ao todo, 1.800 projetos foram desenvolvidos por estudantes de escolas públicas e privadas de ensino fundamental, médio e técnico em todo o país. Desse total, 331 foram selecionados para participar da Febrace, entre os quais destacam-se dez, cujos autores concorrem ao prêmio pela coordenação na execução dos trabalhos.

Na prática

Segundo Neto, a proposta é relativamente simples e a produção custou R$120,00. O kit contém uma pequena placa de painel solar, um sensor de umidade e um aparelho de GPS, e pode ser utilizado em qualquer colete. Quando submerso por mais de três segundos, emite um sinal a um ou dez aparelhos de celular cadastrados previamente com as coordenadas geográficas do local onde está o colete.Perguntado sobre a possibilidade de comercialização do projeto, o professor diz que seu objetivo não é ganhar dinheiro, e sim educar. “Para a produção com fins comerciais, seria necessários que investidores e empresas acreditassem na ideia e investissem”, explica Neto.

Professor disputa prêmio nacional por orientar na criação de colete salva-vidas com GPS

Graças ao desenvolvimento de um colete salva-vidas com GPS, para auxiliar no resgate de náufragos, o professor de robótica educacional da rede estadual de ensino Aluísio Rabello de Oliveira Neto foi indicado ao Prêmio Nacional Professor Destaque. Outros nove docentes, de diferentes regiões do país, concorrem à mesma premiação.
Realizado pela 12ª Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace), nos dias 17 e 21 deste mês, o prêmio tem como objetivo reconhecer os esforços do professor na orientação e acompanhamento de estudantes em projetos de Ciência e de Engenharia. E também por incentivar outros professores a se envolverem a partir do compartilhamento de experiências.O colete foi desenvolvido por jovens inventores do Núcleo de Altas Habilidades Superdotação do Estado (NAAH/S), os alunos Bruna Borges Aguiar, Ygor Silva Fernandes e Gustavo Dela Costa.

Via satélite
Após observação de casos de naufrágio, foi pensado um colete capaz de fornecer as coordenadas geográficas, via satélite, para que as pessoas desaparecidas em alto-mar pudessem ser localizadas com facilidade.“A ideia partiu dos alunos. Na condição de professor, apenas fui orientando e complementando o desenvolvimento do projeto”, explica o professor, que admite estar emocionado com a indicação.

Ao todo, 1.800 projetos foram desenvolvidos por estudantes de escolas públicas e privadas de ensino fundamental, médio e técnico em todo o país. Desse total, 331 foram selecionados para participar da Febrace, entre os quais destacam-se dez, cujos autores concorrem ao prêmio pela coordenação na execução dos trabalhos.

Na prática

Segundo Neto, a proposta é relativamente simples e a produção custou R$120,00. O kit contém uma pequena placa de painel solar, um sensor de umidade e um aparelho de GPS, e pode ser utilizado em qualquer colete. Quando submerso por mais de três segundos, emite um sinal a um ou dez aparelhos de celular cadastrados previamente com as coordenadas geográficas do local onde está o colete.Perguntado sobre a possibilidade de comercialização do projeto, o professor diz que seu objetivo não é ganhar dinheiro, e sim educar. “Para a produção com fins comerciais, seria necessários que investidores e empresas acreditassem na ideia e investissem”, explica Neto.

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