Pais recorrem a cursos, livros e à internet na hora de educar os filhos

Frequentar palestras, cursos, participar de grupos nas redes sociais e ler livros, muitos livros, são atitudes de profissionais que buscam se manter atualizados e em sintonia com o mundo. Mas, em vez de aplicar o conhecimento no trabalho, o aprendizado é colocado em prática em casa com os filhos. Mães e pais, de diferentes gerações, buscam cada vez mais o compartilhamento de experiências e a busca por novas estratégias para educar os pequenos. Na era da tecnologia da informação, estar conectado é fundamental, mesmo quando o assunto é milenar, como a criação dos filhos. Os temas comumente abordados são interação familiar, valorização do comportamento da criança, uso da disciplina sem agressão física ou psicológica, entre outros.

Um dos exemplos em Brasília é a Escola de pais — Treinamento de estratégias educativas para pais e/ou cuidadores de crianças de seis a 12 anos, lançada em 2013 pelo Departamento de Psicologia do Centro Universitário de Brasília (UniCeub). Participaram, no primeiro ano, 28 pessoas. Em 2014, só no primeiro semestre, são três grupos com 15 “alunos” cada, e há uma fila de espera. O projeto foi desenvolvido pela terapeuta infantil Michela Ribeiro. Ela observou que muitos problemas que as crianças apresentavam estavam associados a dificuldades relacionais em casa. “Os estudos sobre prevenção a problemas de comportamento na infância demonstram que, quando os pais adotam práticas educativas positivas, observa-se o desenvolvimento mais saudável das crianças”, explica Michela.

“Eu sempre procuro me atualizar nessas questões, porque eu quero o bem dos meus meninos. Quero acompanhar e me atualizar. A era é outra, não funciona da mesma maneira que fomos criados”, comenta Claudeni Oliveira Batista, 37 anos, mãe de Luis Henrique, 9, e Alexandre, 3. A professora relata que todos os dias assiste a programas com profissionais que ensinam técnicas de educar e disciplinar as crianças, e conta com a ajuda ativa do marido, Luiz Alberto. Entre as estratégias aprendidas e que rendeu bons resultados em casa está o cantinho do pensamento. O objetivo é fazer a criança pensar no que fez de errado e tomar consciência dos atos.

Fonte: Correio Braziliense

Pais recorrem a cursos, livros e à internet na hora de educar os filhos

Frequentar palestras, cursos, participar de grupos nas redes sociais e ler livros, muitos livros, são atitudes de profissionais que buscam se manter atualizados e em sintonia com o mundo. Mas, em vez de aplicar o conhecimento no trabalho, o aprendizado é colocado em prática em casa com os filhos. Mães e pais, de diferentes gerações, buscam cada vez mais o compartilhamento de experiências e a busca por novas estratégias para educar os pequenos. Na era da tecnologia da informação, estar conectado é fundamental, mesmo quando o assunto é milenar, como a criação dos filhos. Os temas comumente abordados são interação familiar, valorização do comportamento da criança, uso da disciplina sem agressão física ou psicológica, entre outros.

Um dos exemplos em Brasília é a Escola de pais — Treinamento de estratégias educativas para pais e/ou cuidadores de crianças de seis a 12 anos, lançada em 2013 pelo Departamento de Psicologia do Centro Universitário de Brasília (UniCeub). Participaram, no primeiro ano, 28 pessoas. Em 2014, só no primeiro semestre, são três grupos com 15 “alunos” cada, e há uma fila de espera. O projeto foi desenvolvido pela terapeuta infantil Michela Ribeiro. Ela observou que muitos problemas que as crianças apresentavam estavam associados a dificuldades relacionais em casa. “Os estudos sobre prevenção a problemas de comportamento na infância demonstram que, quando os pais adotam práticas educativas positivas, observa-se o desenvolvimento mais saudável das crianças”, explica Michela.

“Eu sempre procuro me atualizar nessas questões, porque eu quero o bem dos meus meninos. Quero acompanhar e me atualizar. A era é outra, não funciona da mesma maneira que fomos criados”, comenta Claudeni Oliveira Batista, 37 anos, mãe de Luis Henrique, 9, e Alexandre, 3. A professora relata que todos os dias assiste a programas com profissionais que ensinam técnicas de educar e disciplinar as crianças, e conta com a ajuda ativa do marido, Luiz Alberto. Entre as estratégias aprendidas e que rendeu bons resultados em casa está o cantinho do pensamento. O objetivo é fazer a criança pensar no que fez de errado e tomar consciência dos atos.

Fonte: Correio Braziliense

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