Veja como as bancas cobram Língua Portuguesa nos concursos

Para passar em concurso público, é necessário estudar horas por dia. No entanto, especialistas garantem que o aprendizado pode ser potencializado com a resolução de exercícios.

Além disso, um dos detalhes que podem fazer a diferença é conhecer o estilo de cada banca organizadora. Tomar conhecimentos de cada detalhe, isto é, a maneira como aborda e cobra o conteúdo, bem como seus critérios de correção, pode ser determinante para o seu sucesso.

O especialista em concursos José Wilson Granjeiro destacou que o principal desafio a ser vencido pelos candidatos não é apreender o conteúdo proposto no edital, e sim decifrar os ‘códigos’ usuais dos examinadores.

“Para vencer as bancas é necessário conhecê-las profundamente, traçando minucioso estudo de suas características, pensamentos, peculiaridades, preferências”, comenta o especialista.

A metodologia é a primeira grande diferença que se verifica na correção das provas entre o Cespe – a principal banca de concursos públicos do país – e as demais bancas examinadoras, observa Granjeiro. “O Cespe utiliza, basicamente, o sistema de Certo ou Errado, o que significa que o candidato tem 50% de chance de acertar cada resposta. A banca adota o sistema de correção em que cada resposta errada anula uma certa – o que leva o candidato a pensar duas vezes antes de chutar”, disse.

Observe abaixo como as principais bancas organizadoras cobram a Língua Portuguesa em seus certames.

Cespe/UnB
Abordagem
Pensamento mais “moderno” em termos de visão linguística.

Características
Bons textos selecionados, autores conhecidos e temas da atualidade sobre: textos adaptados de sites da internet.

Temas recorrentes
Política, Economia e decisões recentes (em artigos jornalísticos).

O que cobra
Funções dos termos QUE e SE; sinais de pontuação; concordância. Questões de acentuação/ortografia.

Iades
Abordagem
Gramática normativa e linguística textual.

Características
Textos longos. As questões privilegiam o conhecimento gramatical do candidato.

Temas recorrentes
Tendência de temas relacionados à área de atuação do órgão, instituição etc. Caso seja Conselho Federal de Administração, os temas serão da área administrativa.

O que cobra
Correção gramatical das reescrituras. Acentuação e ortografia vigentes. Período simples e composto. Colocação pronominal. Valores semânticos das preposições.

Esaf
Abordagem
Mais estruturalista.

Características
Exige conhecimento da lógica da estruturação

Temas recorrentes
Temas sociológicos/filosóficos.

O que cobra
Principalmente “a alternativa que continua o texto” ou “assinale a alternativa que não pode ser a conclusão do texto”. Estudar: estrutura do parágrafo, coerência e coesão.

Cesgranrio
Abordagem
Entre a gramática normativa e linguística textual.

Características
Nível de cobrança mais simples.

Temas recorrentes
Linguagem não verbal, como a charge. Textos provenientes do jornal O Globo.

O que cobra
Acentuação, funções sintáticas, concordância, regência e pontuação.

FGV
Abordagem
Estudos sintáticos ligados ao texto.

Características
Textos bem trabalhados e vocabulário repleto de linguagem metafórica.

Temas recorrentes
Políticos e Econômicos.

O que cobra
Orações subordinadas e coordenadas; uso de conectivos. Cobrança de vocabulário.

Consulplan
Abordagem
Gramática normativa. Textos pequenos.

Características
Não contextualiza a cobrança dos conhecimentos gramaticais ou contextualiza pouco.

Temas recorrentes
Sociologia e direitos humanos. (O Globo e textos poéticos).

O que cobra
Colocação pronominal, pontuação, período simples e composto, acentuação e ortografia, uso de vocábulo, crase.

Veja como as bancas cobram Língua Portuguesa nos concursos

Para passar em concurso público, é necessário estudar horas por dia. No entanto, especialistas garantem que o aprendizado pode ser potencializado com a resolução de exercícios.

Além disso, um dos detalhes que podem fazer a diferença é conhecer o estilo de cada banca organizadora. Tomar conhecimentos de cada detalhe, isto é, a maneira como aborda e cobra o conteúdo, bem como seus critérios de correção, pode ser determinante para o seu sucesso.

O especialista em concursos José Wilson Granjeiro destacou que o principal desafio a ser vencido pelos candidatos não é apreender o conteúdo proposto no edital, e sim decifrar os ‘códigos’ usuais dos examinadores.

“Para vencer as bancas é necessário conhecê-las profundamente, traçando minucioso estudo de suas características, pensamentos, peculiaridades, preferências”, comenta o especialista.

A metodologia é a primeira grande diferença que se verifica na correção das provas entre o Cespe – a principal banca de concursos públicos do país – e as demais bancas examinadoras, observa Granjeiro. “O Cespe utiliza, basicamente, o sistema de Certo ou Errado, o que significa que o candidato tem 50% de chance de acertar cada resposta. A banca adota o sistema de correção em que cada resposta errada anula uma certa – o que leva o candidato a pensar duas vezes antes de chutar”, disse.

Observe abaixo como as principais bancas organizadoras cobram a Língua Portuguesa em seus certames.

Cespe/UnB
Abordagem
Pensamento mais “moderno” em termos de visão linguística.

Características
Bons textos selecionados, autores conhecidos e temas da atualidade sobre: textos adaptados de sites da internet.

Temas recorrentes
Política, Economia e decisões recentes (em artigos jornalísticos).

O que cobra
Funções dos termos QUE e SE; sinais de pontuação; concordância. Questões de acentuação/ortografia.

Iades
Abordagem
Gramática normativa e linguística textual.

Características
Textos longos. As questões privilegiam o conhecimento gramatical do candidato.

Temas recorrentes
Tendência de temas relacionados à área de atuação do órgão, instituição etc. Caso seja Conselho Federal de Administração, os temas serão da área administrativa.

O que cobra
Correção gramatical das reescrituras. Acentuação e ortografia vigentes. Período simples e composto. Colocação pronominal. Valores semânticos das preposições.

Esaf
Abordagem
Mais estruturalista.

Características
Exige conhecimento da lógica da estruturação

Temas recorrentes
Temas sociológicos/filosóficos.

O que cobra
Principalmente “a alternativa que continua o texto” ou “assinale a alternativa que não pode ser a conclusão do texto”. Estudar: estrutura do parágrafo, coerência e coesão.

Cesgranrio
Abordagem
Entre a gramática normativa e linguística textual.

Características
Nível de cobrança mais simples.

Temas recorrentes
Linguagem não verbal, como a charge. Textos provenientes do jornal O Globo.

O que cobra
Acentuação, funções sintáticas, concordância, regência e pontuação.

FGV
Abordagem
Estudos sintáticos ligados ao texto.

Características
Textos bem trabalhados e vocabulário repleto de linguagem metafórica.

Temas recorrentes
Políticos e Econômicos.

O que cobra
Orações subordinadas e coordenadas; uso de conectivos. Cobrança de vocabulário.

Consulplan
Abordagem
Gramática normativa. Textos pequenos.

Características
Não contextualiza a cobrança dos conhecimentos gramaticais ou contextualiza pouco.

Temas recorrentes
Sociologia e direitos humanos. (O Globo e textos poéticos).

O que cobra
Colocação pronominal, pontuação, período simples e composto, acentuação e ortografia, uso de vocábulo, crase.