Realizar sonhos não é obra do acaso

Todos nós temos sonhos – ou já tivemos um dia, antes de sermos consumidos pela rotina, sufocados pelo peso dos afazeres diários. Ter sucesso na profissão, encontrar um amor, ter filhos e garantir um futuro melhor para eles. Ganhar dinheiro e comprar a casa própria.  Viajar ou engajar-se em uma causa social ou ecológica. Ter uma vida melhor e equilibrada nas suas diferentes dimensões – com saúde e amigos. Enfim, ser feliz!

E o que aconteceu?

Quantos de nós hoje moram onde não querem, fazem o que não gostam, aguentam o trabalho em uma empresa com a qual não se identificam, convivem pouco com os filhos, equilibram-se em uma corda bamba, com um salário que mal dá para cobrir as despesas.

Outros tantos talvez tenham cultivado sonhos que viraram pesadelos. Estão decepcionados com o trabalho, afundados em prestações do carro, acuados com a violência na vizinhança, atolados em dívidas no cartão de crédito, desgastados com a ginástica no orçamento para manter as aparências.

Muitos vivem numa duplicidade insustentável, divididos entre a estabilidade e a descoberta do novo. De um lado, o desejo da segurança e do conforto de ter emprego fixo, ser casado, ter filhos, desfrutar um mês de férias por ano e viver de situações previsíveis e sob controle. Do outro, o sonho de fugir da mesmice e de experimentar situações que abram horizontes, mesmo que incertos, enfim, a vontade de “chutar o pau da barraca”.

Poucos conseguem achar a síntese desse aparentemente paradoxo. A solução não está em simplesmente abandonar o emprego, sair da cidade, divorciar-se, largar tudo. A tão sonhada aventura, o novo, pode emergir da sua própria capacidade de se renovar de forma contínua. O novo pode ser o resgate de sonhos arquivados na sua alma e passíveis de serem realizados por meio de parcerias inovadoras com seu atual empregador, seu sócio ou até mesmo sua família.

Mergulhadas no ópio da rotina, as pessoas negligenciam seus sonhos e vão perdendo a capacidade de sonhar. Levam suas vidas sem direção, na ilusão de que um dia tudo mude se ganharem na loteria ou se outra “mágica” acontecer.

Se não houver ações claras e direcionadas de sua parte, não se iluda: tudo pode continuar exatamente do jeito que está. Realizar sonhos não é obra do acaso. Requer gestos conscientes, muita disciplina e determinação. Além de uma “pitada de sorte”: estar preparado, no lugar certo e na hora certa. Repito, preparado! Conheço algumas pessoas que dizem “não ter sorte” na vida, mas a verdade é outra. Simplesmente não estavam prontos para desfrutar a “sorte” na hora em que as circunstâncias poderiam favorecê-los.

Resgate a sua capacidade de sonhar com os olhos bem abertos e empreender mudanças objetivas para a concretização dos seus projetos. Tenha atitude, tire seus sonhos da cabeça, coloque-os no papel e torne-os realidade. Boa sorte!

Paixão1

Fonte: EXAME

Realizar sonhos não é obra do acaso

Todos nós temos sonhos – ou já tivemos um dia, antes de sermos consumidos pela rotina, sufocados pelo peso dos afazeres diários. Ter sucesso na profissão, encontrar um amor, ter filhos e garantir um futuro melhor para eles. Ganhar dinheiro e comprar a casa própria.  Viajar ou engajar-se em uma causa social ou ecológica. Ter uma vida melhor e equilibrada nas suas diferentes dimensões – com saúde e amigos. Enfim, ser feliz!

E o que aconteceu?

Quantos de nós hoje moram onde não querem, fazem o que não gostam, aguentam o trabalho em uma empresa com a qual não se identificam, convivem pouco com os filhos, equilibram-se em uma corda bamba, com um salário que mal dá para cobrir as despesas.

Outros tantos talvez tenham cultivado sonhos que viraram pesadelos. Estão decepcionados com o trabalho, afundados em prestações do carro, acuados com a violência na vizinhança, atolados em dívidas no cartão de crédito, desgastados com a ginástica no orçamento para manter as aparências.

Muitos vivem numa duplicidade insustentável, divididos entre a estabilidade e a descoberta do novo. De um lado, o desejo da segurança e do conforto de ter emprego fixo, ser casado, ter filhos, desfrutar um mês de férias por ano e viver de situações previsíveis e sob controle. Do outro, o sonho de fugir da mesmice e de experimentar situações que abram horizontes, mesmo que incertos, enfim, a vontade de “chutar o pau da barraca”.

Poucos conseguem achar a síntese desse aparentemente paradoxo. A solução não está em simplesmente abandonar o emprego, sair da cidade, divorciar-se, largar tudo. A tão sonhada aventura, o novo, pode emergir da sua própria capacidade de se renovar de forma contínua. O novo pode ser o resgate de sonhos arquivados na sua alma e passíveis de serem realizados por meio de parcerias inovadoras com seu atual empregador, seu sócio ou até mesmo sua família.

Mergulhadas no ópio da rotina, as pessoas negligenciam seus sonhos e vão perdendo a capacidade de sonhar. Levam suas vidas sem direção, na ilusão de que um dia tudo mude se ganharem na loteria ou se outra “mágica” acontecer.

Se não houver ações claras e direcionadas de sua parte, não se iluda: tudo pode continuar exatamente do jeito que está. Realizar sonhos não é obra do acaso. Requer gestos conscientes, muita disciplina e determinação. Além de uma “pitada de sorte”: estar preparado, no lugar certo e na hora certa. Repito, preparado! Conheço algumas pessoas que dizem “não ter sorte” na vida, mas a verdade é outra. Simplesmente não estavam prontos para desfrutar a “sorte” na hora em que as circunstâncias poderiam favorecê-los.

Resgate a sua capacidade de sonhar com os olhos bem abertos e empreender mudanças objetivas para a concretização dos seus projetos. Tenha atitude, tire seus sonhos da cabeça, coloque-os no papel e torne-os realidade. Boa sorte!

Paixão1

Fonte: EXAME