PROJETO CINE CULTURA PIO XII

Os alunos da Faculdade PIO XII contam com o projeto Cine Cultura. O cinema como atividade pedagógica já faz parte da realidade de muitas instituições educacionais brasileiras, que se utilizam dessa ferramenta para possibilitar aos discentes o acesso à cinematografia nas dependências da faculdade oferecendo aos mesmos filmes nacionais, estrangeiros e curtas metragem que contribuam para a formação sociocultural, profissional e política do estudante.

Na Faculdade PIO XII não é diferente! O Centro de Pesquisas Rachid Mohamd Chibib criou o projeto Cine Cultura PIO XII que, como prática pedagógica, visa desenvolver nos estudantes a reflexão sobre o conteúdo do filme apresentado, a interação do filme e o seu curso, a elaboração de artigo sobre o filme, além de atividades acadêmicas relacionadas ao filme e que poderão ser desenvolvidas pelo corpo docente da faculdade.

O CINE CULTURA PIO XII é utilizado como recurso didático para a inserção de temas abordados em sala de aula, ampliando também o espaço de lazer e enriquecimento cultural dos discentes incentivando-os a sensibilidade crítica e apreciativa dos filmes que forem mostrados.

O objetivo do projeto é estimular o meio acadêmico da PIO XII, por meio da arte do cinema, no processo de ensino e aprendizagem, debate, construção do
conhecimento e ao desenvolvimento da capacidade crítica em torno da ética, política, cidadania e comprometimento, entre outros, que norteiam a atuação do profissional.

O Cine Cultura acontece às sextas-feiras, no Auditório da PIO XII, a partir das 17h, e conta como duas horas de Atividades Complementares. Nas notícias do site, informamos sempre qual será o filme da próxima edição. Fique atento!

Confira alguns dos filmes já apresentados:

FILADÉLFIA. Direção de Jonathan Demme. EUA, 1993, 125 min. Sinopse: o jovem e talentoso advogado Andrew Beckett trabalha em um tradicional escritório de advocacia da Filadélfia. No entanto, a sua brilhante carreira é interrompida por uma armação feita para fazer com que parecesse incompetente, quando, na verdade, o demitiram ao descobrir que era portador do vírus HIV, contraído em uma relação homossexual. Beckett passa a lutar incessantemente por justiça; depois de tentar outras opções, acaba contratando um polêmico advogado para processar a firma que o demitiu.

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ARGO. Direção: Ben Affleck. EUA, 2012. Com Ben Affleck, Bryan Cranston, John Goodman. Gênero: Suspense, Drama, Histórico. Sinopse: 1979. O Irã está em ebulição, com a chegada ao poder do aiatolá Khomeini. Como o antigo xá ganhou asilo político nos Estados Unidos, que haviam apoiado seu governo de opressão ao povo iraniano, há nas ruas de Teerã  diversos protestos contra os americanos. Um deles acontece em frente à embaixada do país, que acaba invadida. Seis diplomatas americanos conseguem escapar do local pouco antes da invasão, indo se refugiar na casa do embaixador canadense. Lá eles vivem durante meses, sob sigilo absoluto, enquanto a CIA busca um meio de retirá-los do país em segurança. A melhor opção é apresentada por Tony Mendez (Ben Affleck), um especialista em exfiltrações, que sugere que uma produção de Hollywood seja utilizada como fachada para a operação. Aproveitando o sucesso de filmes como “Guerra nas Estrelas” e “A Batalha do Planeta dos Macacos”, a ideia é criar um filme falso, a ficção científica Argo, que usaria as paisagens desérticas do Irã como locação. O projeto segue adiante com a ajuda do produtor Lester Siegel (Alan Arkin) e do maquiador John Chambers (John Goodman), que conhecem bem como funciona Hollywood. PREMIADO COM O OSCAR DE MELHOR FILME 2013.

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 REVOLTA DE ATLAS – PARTE 1 . Direção: Paul Johansson, EUA, 2011. A “Revolta de Atlas” é a obra-prima de Ayn Rand e considerada um dos grandes romances de ideias de todos os tempos. Nela, por meio de um enredo que mescla suspense e filosofia, a escritora russa-americana expõe seu ideário. Num mundo governado por repúblicas autoritárias coletivistas, os EUA rumam para o mesmo destino, com seu governo criando tantos obstáculos à livre iniciativa das pessoas, sob pretexto de igualitarismo, que os principais líderes da indústria, do empresariado, das ciências e das artes, liderados por um misterioso John Galt, decidem fazer uma greve de cérebros.

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A GRANDE VIRADA. Direção: John Wells. EUA, 2010. Com Tommy Lee Jones, Ben Affleck, Chris Cooper. Bobby Walker  não tem o que reclamar da vida, mas não esperava que, devido a uma política de redução de pessoal, fosse demitido. Phil Woodward e Gene McClary, seus colegas de trabalho, passam pela mesma situação. A mudança faz com que o trio tenha que redefinir suas vidas, como maridos e pais de família, e reavaliar as prioridades da vida para enfrentar os tempos difíceis.

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 LINCOLN. Direção: Steven Spielberg. EUA, 2012. Com Daniel Day-Lewis e Sally Field. Baseado no livro “Team of Rivals: The Genius of Abraham Lincoln”, de Doris Kearns Goodwin, o filme se passa durante a Guerra Civil norte-americana, que acabou com a vitória do Norte. Ao mesmo tempo em que se preocupava com o conflito, o 16º presidente norte-americano, Abraham Lincoln, travava uma batalha ainda mais difícil em Washington. Ao lado de seus colegas de partido, ele tentava passar uma emenda à Constituição dos Estados Unidos que acabava com a escravidão. O filme é recomendado pela crítica. No Oscar 2013, foi nomeado para 12 prêmios da Academia, incluindo Melhor Filme; ganhou o prêmio de Melhor Direção de Arte e Melhor Ator para Day-Lewis.

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COACH CARTER – TREINO PARA A VIDA. Direção: Thomas Carter. EUA, 2005. Com Samuel L. Jackson, Rob Brown. Baseado na história real e inspiradora de um treinador que decide mostrar os diversos aspectos dos valores de uma vida ao suspender seu time campeão por causa do desempenho acadêmico dos atletas. Para voltar às quadras, os alunos têm que assinar um contrato se comprometendo a tirar boas notas e ter um comportamento respeitoso. As normas impostas contrariam os alunos, as mães dos alunos, os professores e a comunidade. O filme aborda aspectos da liderança que transmite à equipe o significado de uma visão maior. Importante na construção de equipes.

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UM DOMINGO QUALQUER. Direção: Oliver Stone. EUA, 1999. Com Al Pacino, Cameron Diaz, Dennis Quaid e James Woods. O filme é uma visão dos bastidores do mundo milionário do futebol americano. Quando um quarterback experiente é afastado do time, cabe ao reserva toda a responsabilidade. Ele dá uma ótima resposta e força o técnico veterano, envolvido com conflitos de interesses que envolvem até a presidência do clube, a reavaliar o jogo e a vida. O filme passa uma lição de superação, trabalho em equipe e liderança num ambiente competitivo.

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O LÍDER DA CLASSE. Direção: Peter Werner. EUA, 2008. Drama. Com Jimmy Wolk. Sinopse: Homem com síndrome de Tourette desafia a todos ao se tornar um excelente professor. Inspirado em uma história verdadeira. Um filme emocionante que leva o expectador à reflexão acerca de preconceitos sobre determinadas enfermidades e, em especial, a Síndrome de Tourette.

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TUCKER – UM HOMEM E SEU SONHO. Direção: Francis Ford Coppola. EUA, 1988. Drama. Com Jeff Bridges, Joan Allen, Martin Landau e Christian Slater. Trata-se da história verídica de Preston Tucker, que inovou a produção de carros em 1940. Seu carro era atraente, econômico e seguro, e por isso, ameaçou o monopólio já estabelecido pelas outras grandes empresas. Ford, Chrysler e GM, com a ajuda do governo, boicotam Tucker e o levam à falência. Apenas 51 exemplares foram construídos e 47 estão em condições de uso até hoje. O pai de Coppola foi um dos compradores do automóvel Torpedo na época.

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WALL STREET – PODER E COBIÇA. Direção: Oliver Stone. EUA, 1987. Drama. Com Michael Douglas, Charlie Sheen, Daryl Hannah e Martin Sheen. O filme mostra os bastidores do mundo dos grandes negócios na década de 1980, seguindo um ambicioso e jovem corretor da bolsa, Buddy Fox (Charlie Sheen), que sonha em conhecer o seu ídolo, Gordon Gekko (Michael Douglas), um milionário ganancioso e frio, que ignora os sentimentos quando se trata de negócios. Quando surge essa oportunidade, Fox vê-se atraído para o mundo altamente lucrativo das negociações a partir de informações privilegiadas. O filme evidencia a busca pelo mito, entendido como a virtude capitalista representada pelo acúmulo de riqueza e poder nas mãos de poucos e seletos indivíduos, por meio da valorização da ganância e da cobiça.

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A REDE SOCIAL. Direção: David Fincher. EUA, 2010. Com Jesse Eisenberg, Andrew Garfield, Justin Timberlake, Armie Hammer, Max Minghella, Josh Pence, Brenda Song, Joseph Mazzello, Rashida Jones e Rooney Mara. Em uma noite de outono em 2003, Mark Zuckerberg, analista de sistemas graduado em Harvard, começa a trabalhar em uma nova ideia. Apenas seis anos e 500 milhões de amigos mais tarde, Zuckerberg se torna o mais jovem bilionário da história com o sucesso da rede social Facebook. O sucesso, no entanto, o leva a complicações em sua vida social e profissional. Em 2011, O filme foi ganhador do OSCAR de Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Trilha Sonora e Melhor Edição.

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MAUÁ, O IMPERADOR E O REI. Direção: Sérgio Resende. Brasil, 1999. Histórico, Biografia, Drama. Com Paulo Betti, Malu Mader, Hugo Carvana. O filme mostra a infância, o enriquecimento e a falência de Irineu Evangelista de Sousa (1813–1889), o empreendedor gaúcho mais conhecido como barão de Mauá, considerado o primeiro grande empresário brasileiro, responsável por uma série de iniciativas modernizadoras para economia nacional, ao longo do século XlX. Mauá, um vanguardista em sua época, arrojado em sua luta pela industrialização do Brasil, tanto era recebido com tapete vermelho, como chutado pela porta dos fundos por D. Pedro II.

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