Palestras sobre Biomedicina Estética e em Ciências Forenses encerram Encontro de Biomedicina

Nesse sábado, dia 13 de setembro, ocorreu o segundo dia do 1º Encontro da Associação de Biomedicina dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, no Auditório da Faculdade. Pela manhã, os participantes do evento puderam ouvir o Conselheiro do Conselho Regional de Biomedicina (CRBM1), Dr. Marcos Zonta, falar sobre “Citologia Oncótica”, e Dra. Eneida Gonçalves, do Centro Integrado de Atualização em Acupuntura, em São Paulo, explicar sobre “Acupuntura”. Na parte da tarde, as palestras ficaram por conta da Dra. Juliana Rebelo e Dr. Rodrigo Grazinoli.

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A Biomédica Juliana Rebelo, egressa da PIO XII, se formou aqui, mas hoje atua no Centro de Biomedicina Estética, no Rio de Janeiro.  Ela veio ao Espírito Santo especialmente para participar do evento, onde palestrou sobre “Biomedicina Estética”. Além de abordar como surgiu essa área, ela falou como o Biomédico pode atuar na Biomedicina Estética. A egressa também explicou alguns procedimentos estéticos, como preenchimento e botox.

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Em seguida, foi a vez de o Biomédico Rodrigo Grazinoli, que atua como Perito Criminal, falar sobre “Biomedicina em Ciências Forenses”. “A identidade é muito importante para viver e, para morrer, mais importante ainda, principalmente para os familiares”, afirmou, referindo-se à importância da identificação de cadáveres.

O Perito Criminal explicou as diversas formas de  identificar alguém após a morte. “Existem duas modalidades de identificação. A conclusiva é feita, por exemplo, por impressões papilares, arcada dentária e desenho dos seios faciais; a não conclusiva, por meio de tipagem sanguínea, marcas e tatuagens e identificação visual”, detalhou. De acordo com ele, todas as formas de identificação conclusiva não deixam dúvidas, já a outra forma – não conclusiva – não é precisa, por isso é importante tomar cuidado.

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De acordo com a classificação jurídica, a identificação de um cadáver pode ser criminal ou civil, e sempre será usada a forma mais adequada à situação.  “Às vezes, o estado de putrefação está avançado, e não é mais possível coletar as impressões digitais, por exemplo”, detalhou o Biomédico.

Há casos em que só se encontram ossos do cadáver. Mesmo assim, é possível identificar. “Um profissional de antropologia poderá dizer se o crânio encontrado é de uma mulher, de um homem ou de uma criança”, explicou o Perito Criminal. Segundo ele, a arcada dentária de homens, mulheres e crianças também são diferentes, o que ajuda na identificação.

Sobre Rodrigo Grazinoli

Um caso famoso, resolvido por Rodrigo Grazinoli, foi o do padre Adelir de Carli, que viajou suspenso por mil balões de gás a partir do Paraná, em abril de 2008. Foi o próprio Biomédico quem teve como missão identificar o corpo do padre, encontrado mais de dois meses depois, no Rio de Janeiro.

Grazinoli foi, inclusive, convidado pela Faculdade PIO XII para ministrar uma palestra sobre “A atuação do Biomédico como Perito Criminal”, na IV Semana de Biomedicina, em 2008. Essa, portanto, foi a segunda vez que o Biomédico participou de um evento na Faculdade.

Palestras sobre Biomedicina Estética e em Ciências Forenses encerram Encontro de Biomedicina

Nesse sábado, dia 13 de setembro, ocorreu o segundo dia do 1º Encontro da Associação de Biomedicina dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, no Auditório da Faculdade. Pela manhã, os participantes do evento puderam ouvir o Conselheiro do Conselho Regional de Biomedicina (CRBM1), Dr. Marcos Zonta, falar sobre “Citologia Oncótica”, e Dra. Eneida Gonçalves, do Centro Integrado de Atualização em Acupuntura, em São Paulo, explicar sobre “Acupuntura”. Na parte da tarde, as palestras ficaram por conta da Dra. Juliana Rebelo e Dr. Rodrigo Grazinoli.

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A Biomédica Juliana Rebelo, egressa da PIO XII, se formou aqui, mas hoje atua no Centro de Biomedicina Estética, no Rio de Janeiro.  Ela veio ao Espírito Santo especialmente para participar do evento, onde palestrou sobre “Biomedicina Estética”. Além de abordar como surgiu essa área, ela falou como o Biomédico pode atuar na Biomedicina Estética. A egressa também explicou alguns procedimentos estéticos, como preenchimento e botox.

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Em seguida, foi a vez de o Biomédico Rodrigo Grazinoli, que atua como Perito Criminal, falar sobre “Biomedicina em Ciências Forenses”. “A identidade é muito importante para viver e, para morrer, mais importante ainda, principalmente para os familiares”, afirmou, referindo-se à importância da identificação de cadáveres.

O Perito Criminal explicou as diversas formas de  identificar alguém após a morte. “Existem duas modalidades de identificação. A conclusiva é feita, por exemplo, por impressões papilares, arcada dentária e desenho dos seios faciais; a não conclusiva, por meio de tipagem sanguínea, marcas e tatuagens e identificação visual”, detalhou. De acordo com ele, todas as formas de identificação conclusiva não deixam dúvidas, já a outra forma – não conclusiva – não é precisa, por isso é importante tomar cuidado.

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De acordo com a classificação jurídica, a identificação de um cadáver pode ser criminal ou civil, e sempre será usada a forma mais adequada à situação.  “Às vezes, o estado de putrefação está avançado, e não é mais possível coletar as impressões digitais, por exemplo”, detalhou o Biomédico.

Há casos em que só se encontram ossos do cadáver. Mesmo assim, é possível identificar. “Um profissional de antropologia poderá dizer se o crânio encontrado é de uma mulher, de um homem ou de uma criança”, explicou o Perito Criminal. Segundo ele, a arcada dentária de homens, mulheres e crianças também são diferentes, o que ajuda na identificação.

Sobre Rodrigo Grazinoli

Um caso famoso, resolvido por Rodrigo Grazinoli, foi o do padre Adelir de Carli, que viajou suspenso por mil balões de gás a partir do Paraná, em abril de 2008. Foi o próprio Biomédico quem teve como missão identificar o corpo do padre, encontrado mais de dois meses depois, no Rio de Janeiro.

Grazinoli foi, inclusive, convidado pela Faculdade PIO XII para ministrar uma palestra sobre “A atuação do Biomédico como Perito Criminal”, na IV Semana de Biomedicina, em 2008. Essa, portanto, foi a segunda vez que o Biomédico participou de um evento na Faculdade.