O risco de ser um talento

Talento, na visão de muitos gestores, é o profissional que se destaca dos demais – além de ter um alto nível de energia e produtividade, ele assume os objetivos da empresa como se fossem seus e luta para atingir resultados cada vez melhores. É um profissional inteligente, criativo, inovador, com grande habilidade de comunicação e trabalho em equipe, além de ter potencial para se tornar um gestor de pessoas.

É por isso que os talentos são tão valorizados. Eles são raros. E, muitas vezes, são alvos de investimentos pesados das empresas, seja em treinamento, desenvolvimento, benefícios ou remuneração. Em muitas companhias, os talentos acabam sendo “mimados” pelas companhias, porque elas desejam motivá-los, retê-los e fazer com que eles cresçam internamente.

O problema pode surgir quando esse talento não tem a maturidade para lidar com esse tipo de tratamento tão particular. Alguns mantêm a humildade e entendem que é preciso crescer, desenvolver um perfil comportamental, aprender com os gestores, colegas e subordinados. Outros deixam a vaidade prevalecer e, sem perceber, começam a ter atitudes que podem prejudicar toda a sua carreira, assumindo características como arrogância e sentimento de superioridade.

Ao se reconhecer como especial, o profissional começa a se sentir mais importante que os outros e corre o risco de mudar para pior. Quando investe em um talento, a empresa valoriza principalmente a questão comportamental e de relacionamento. Ao mudar de atitude, esse profissional pode se tornar menos importante – de certa forma, até mesmo menos “talento”.

Para os profissionais, a dica é manter a humildade ao perceber que a empresa gosta do seu trabalho e investe no seu futuro. Esse é o sonho de muitas pessoas: obter reconhecimento. Ao conquistar uma posição de destaque na organização, nunca se esqueça dos motivos pelos quais você se destacou dos outros, mas mantenha a maturidade para nunca se achar talentoso demais.

Fonte: EXAME

O risco de ser um talento

Talento, na visão de muitos gestores, é o profissional que se destaca dos demais – além de ter um alto nível de energia e produtividade, ele assume os objetivos da empresa como se fossem seus e luta para atingir resultados cada vez melhores. É um profissional inteligente, criativo, inovador, com grande habilidade de comunicação e trabalho em equipe, além de ter potencial para se tornar um gestor de pessoas.

É por isso que os talentos são tão valorizados. Eles são raros. E, muitas vezes, são alvos de investimentos pesados das empresas, seja em treinamento, desenvolvimento, benefícios ou remuneração. Em muitas companhias, os talentos acabam sendo “mimados” pelas companhias, porque elas desejam motivá-los, retê-los e fazer com que eles cresçam internamente.

O problema pode surgir quando esse talento não tem a maturidade para lidar com esse tipo de tratamento tão particular. Alguns mantêm a humildade e entendem que é preciso crescer, desenvolver um perfil comportamental, aprender com os gestores, colegas e subordinados. Outros deixam a vaidade prevalecer e, sem perceber, começam a ter atitudes que podem prejudicar toda a sua carreira, assumindo características como arrogância e sentimento de superioridade.

Ao se reconhecer como especial, o profissional começa a se sentir mais importante que os outros e corre o risco de mudar para pior. Quando investe em um talento, a empresa valoriza principalmente a questão comportamental e de relacionamento. Ao mudar de atitude, esse profissional pode se tornar menos importante – de certa forma, até mesmo menos “talento”.

Para os profissionais, a dica é manter a humildade ao perceber que a empresa gosta do seu trabalho e investe no seu futuro. Esse é o sonho de muitas pessoas: obter reconhecimento. Ao conquistar uma posição de destaque na organização, nunca se esqueça dos motivos pelos quais você se destacou dos outros, mas mantenha a maturidade para nunca se achar talentoso demais.

Fonte: EXAME