Instituições privadas de ensino superior

Por: » RUY CHAVES – dir. de Integração da Estácio / Vinicius Chaves – professor da Estácio.

O Brasil poderia prescindir da oferta de Ensino Superior pela iniciativa privada? Qual seria o impacto em seu desenvolvimento? E em Alagoas? Os dados são da sinopse MEC. Se existisse apenas o Ensino Superior público, ele seria elitista, com muito baixa capacidade de inclusão social. Os indicadores econômicos do País e de Alagoas seriam péssimos. Por quê?

Em 2011, tínhamos 2.365 instituições de Ensino Superior (IES) com 6.739.689 matrículas. Sem IES privadas, ficaríamos restritos a apenas 284 IES públicas, 95 nas capitais e 189 no interior, perdendo 88% da oferta (2.081 IES privadas, 724 nas capitais e 1.357 no interior). As matrículas totais seriam reduzidas em 74 %, de 6.739.689 para 1.773.315. Haveria redução de 88 % nas vagas ofertadas, de 4.453.431 para apenas 531.489 privilegiados. Em Alagoas, temos 4 IES públicas e 22 privadas. Sem IES privadas, perderíamos 85 % da oferta total e 48.520 futuros profissionais qualificados!

Em 2011, se não existissem IES privadas, 4.966.374 brasileiros seriam limitados ao emprego e à renda acessíveis ao Ensino Médio. Perderiam empregos 227.442 professores e 198.050 funcionários. Impactando o PIB, não seriam realizados muitos bilhões em investimentos em bibliotecas, laboratórios e salas de aulas nem em gastos indiretos com alimentação, transporte e material escolar. Prefeituras deixariam de arrecadar bilhões em ISS e IPTU. A União e Alagoas teriam perdas imensas de IR, ICMS, INSS e FGTS. Salários muito menores para

milhões de brasileiros, como afetariam comércio e indústria no Brasil. E em Alagoas?

As IES privadas nada custam ao estado nem à sociedade. Seus alunos pagam em média R$ 6 mil ano. O custo anual das IES públicas supera R$ 25 bilhões, cerca de R$ 14 mil em média por alunos ano, mantidos por tributos pagos pela sociedade. No Brasil, 13 % dos trabalhadores possuem curso superior completo: no Japão, 45 %. Países desenvolvidos têm 3 vezes mais jovens entre 18/24 anos em cursos superiores do que o Brasil.

As IES privadas são imprescindíveis ao Brasil desenvolvido que queremos construir, a Alagoas que sonhamos construir, com oportunidades para todos, em um mundo aceleradamente competitivo. Estas IES já formaram muitos milhões de brasileiros notáveis e merecem reconhecimento público enquanto se qualificam para a nova ordem de mudanças, em que é preciso ser outro a cada dia, fazer sempre mais e fazer sempre melhor.

Fonte: Gazeta de Alagoas

Instituições privadas de ensino superior

Por: » RUY CHAVES – dir. de Integração da Estácio / Vinicius Chaves – professor da Estácio.

O Brasil poderia prescindir da oferta de Ensino Superior pela iniciativa privada? Qual seria o impacto em seu desenvolvimento? E em Alagoas? Os dados são da sinopse MEC. Se existisse apenas o Ensino Superior público, ele seria elitista, com muito baixa capacidade de inclusão social. Os indicadores econômicos do País e de Alagoas seriam péssimos. Por quê?

Em 2011, tínhamos 2.365 instituições de Ensino Superior (IES) com 6.739.689 matrículas. Sem IES privadas, ficaríamos restritos a apenas 284 IES públicas, 95 nas capitais e 189 no interior, perdendo 88% da oferta (2.081 IES privadas, 724 nas capitais e 1.357 no interior). As matrículas totais seriam reduzidas em 74 %, de 6.739.689 para 1.773.315. Haveria redução de 88 % nas vagas ofertadas, de 4.453.431 para apenas 531.489 privilegiados. Em Alagoas, temos 4 IES públicas e 22 privadas. Sem IES privadas, perderíamos 85 % da oferta total e 48.520 futuros profissionais qualificados!

Em 2011, se não existissem IES privadas, 4.966.374 brasileiros seriam limitados ao emprego e à renda acessíveis ao Ensino Médio. Perderiam empregos 227.442 professores e 198.050 funcionários. Impactando o PIB, não seriam realizados muitos bilhões em investimentos em bibliotecas, laboratórios e salas de aulas nem em gastos indiretos com alimentação, transporte e material escolar. Prefeituras deixariam de arrecadar bilhões em ISS e IPTU. A União e Alagoas teriam perdas imensas de IR, ICMS, INSS e FGTS. Salários muito menores para

milhões de brasileiros, como afetariam comércio e indústria no Brasil. E em Alagoas?

As IES privadas nada custam ao estado nem à sociedade. Seus alunos pagam em média R$ 6 mil ano. O custo anual das IES públicas supera R$ 25 bilhões, cerca de R$ 14 mil em média por alunos ano, mantidos por tributos pagos pela sociedade. No Brasil, 13 % dos trabalhadores possuem curso superior completo: no Japão, 45 %. Países desenvolvidos têm 3 vezes mais jovens entre 18/24 anos em cursos superiores do que o Brasil.

As IES privadas são imprescindíveis ao Brasil desenvolvido que queremos construir, a Alagoas que sonhamos construir, com oportunidades para todos, em um mundo aceleradamente competitivo. Estas IES já formaram muitos milhões de brasileiros notáveis e merecem reconhecimento público enquanto se qualificam para a nova ordem de mudanças, em que é preciso ser outro a cada dia, fazer sempre mais e fazer sempre melhor.

Fonte: Gazeta de Alagoas