Escola campeã da Grande Vitória explica o sucesso

Professores dedicados, execução de projetos, rigor no cumprimento das regras, alunos interessados e pais presentes. Essa é a receita do sucesso da Escola Estadual Renato Pacheco, em Jardim Camburi, Vitória, para garantir as primeiras colocações em todas as disciplinas avaliadas no Programa de Avaliação da Educação Básica do Espírito Santo (Paebes) 2013.

As disciplinas são Biologia, Física, Química, Matemática e Português. “O grupo de professores é unido. Tentamos sempre unificar a metodologia de ensino”, conta Carina Delpupo, pedagoga do turno vespertino da escola.

Em funcionamento desde 2007, a escola atende a 1.144 alunos de ensino médio. “Desenvolvemos projetos de leitura há quatro anos. Os alunos vão à biblioteca e ficam por uma aula inteira lendo. Estamos formando leitores”, conta a professora de Português Ângela Giubert.

A escola ainda promove um concurso de contos nos finais de ano e faz uma excursão com cerca de 40 alunos para São Paulo. Entre os pontos de visita, o Museu da Língua Portuguesa. “É um banho de cultura”, diz a professora.

O diretor Diassis Ximenes diz que desde 2009 a escola promove simulados com o mesmo nível de cobrança do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Sessenta alunos da escola foram admitidos em universidades federais no ano passado.

Para comprovar o interesse na escola, ele conta que estudantes de Marechal Floriano, Aracruz, Santa Teresa, Vila Velha, Cariacica e Viana estão matriculados na escola.

A família sempre presente também ajuda. “Tem reunião e os pais comparecem. Questionam, mas atendem o que pedimos”, conta o diretor.

O professor de Matemática Marcelo Zanon cita os projetos das escolas. “Dentro dos projetos há as apresentações culturais, desenvolvem o conhecimento cognitivo”, afirma. A estudante do 3º ano Aline de Paulo Silva, 18, elogia o rigor da escola. “É bom que tenha regras porque é mais organizado.”

Pré-Enem em 287 escolas

As 287 escolas de ensino médio estadual passam a oferecer o Pré-Enem já a partir de maio deste ano. A medida será viabilizada com a ampliação da jornada de trabalho dos professores, mas cada escola poderá oferecer um projeto adequado ao município.

Em paralelo, a Secretaria de Estado da Educação (Sedu) continuará oferecendo o cursinho preparatório para o Enem, com 1.250 vagas, ministrado pela Associação Universidade para Todos (Aupt) e Centro Educacional Israel (CEI), informou Carmem Lúcia Prata, subsecretária de planejamento e avaliação.

A medida faz parte dos investimentos para melhorar a aprendizagem e o ensino, que inclui ainda um horário específico para o ensino de Redação, pelo menos uma vez por semana, no currículo pedagógico das escolas.

Aprendizado

“Os professores são muito qualificados e atenciosos. As aulas são dinâmicas. Não são aquelas aulas cansativas. Todo mundo é muito receptivo” Amanda Buss, 17 anos, estudante

“Aqui é bom porque o objetivo é se acostumar com o Enem. Aqui não é fácil. Não querem aluno que só quer moleza. Nós nos desenvolvemos muito mais” Diego de Oliveira, 19 anos, estudante

Fonte: Gazeta Online

 

 

A escola ainda promove um concurso de contos nos finais de ano e faz uma excursão com cerca de 40 alunos para São Paulo. Entre os pontos de visita, o Museu da Língua Portuguesa. “É um banho de cultura”, diz a professora.

O diretor Diassis Ximenes diz que desde 2009 a escola promove simulados com o mesmo nível de cobrança do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Sessenta alunos da escola foram admitidos em universidades federais no ano passado.

Para comprovar o interesse na escola, ele conta que estudantes de Marechal Floriano, Aracruz, Santa Teresa, Vila Velha, Cariacica e Viana estão matriculados na escola.

A família sempre presente também ajuda. “Tem reunião e os pais comparecem. Questionam, mas atendem o que pedimos”, conta o diretor.

O professor de Matemática Marcelo Zanon cita os projetos das escolas. “Dentro dos projetos há as apresentações culturais, desenvolvem o conhecimento cognitivo”, afirma. A estudante do 3º ano Aline de Paulo Silva, 18, elogia o rigor da escola. “É bom que tenha regras porque é mais organizado.”

Pré-Enem em 287 escolas

Escola campeã da Grande Vitória explica o sucesso

Professores dedicados, execução de projetos, rigor no cumprimento das regras, alunos interessados e pais presentes. Essa é a receita do sucesso da Escola Estadual Renato Pacheco, em Jardim Camburi, Vitória, para garantir as primeiras colocações em todas as disciplinas avaliadas no Programa de Avaliação da Educação Básica do Espírito Santo (Paebes) 2013.

As disciplinas são Biologia, Física, Química, Matemática e Português. “O grupo de professores é unido. Tentamos sempre unificar a metodologia de ensino”, conta Carina Delpupo, pedagoga do turno vespertino da escola.

Em funcionamento desde 2007, a escola atende a 1.144 alunos de ensino médio. “Desenvolvemos projetos de leitura há quatro anos. Os alunos vão à biblioteca e ficam por uma aula inteira lendo. Estamos formando leitores”, conta a professora de Português Ângela Giubert.

A escola ainda promove um concurso de contos nos finais de ano e faz uma excursão com cerca de 40 alunos para São Paulo. Entre os pontos de visita, o Museu da Língua Portuguesa. “É um banho de cultura”, diz a professora.

O diretor Diassis Ximenes diz que desde 2009 a escola promove simulados com o mesmo nível de cobrança do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Sessenta alunos da escola foram admitidos em universidades federais no ano passado.

Para comprovar o interesse na escola, ele conta que estudantes de Marechal Floriano, Aracruz, Santa Teresa, Vila Velha, Cariacica e Viana estão matriculados na escola.

A família sempre presente também ajuda. “Tem reunião e os pais comparecem. Questionam, mas atendem o que pedimos”, conta o diretor.

O professor de Matemática Marcelo Zanon cita os projetos das escolas. “Dentro dos projetos há as apresentações culturais, desenvolvem o conhecimento cognitivo”, afirma. A estudante do 3º ano Aline de Paulo Silva, 18, elogia o rigor da escola. “É bom que tenha regras porque é mais organizado.”

Pré-Enem em 287 escolas

As 287 escolas de ensino médio estadual passam a oferecer o Pré-Enem já a partir de maio deste ano. A medida será viabilizada com a ampliação da jornada de trabalho dos professores, mas cada escola poderá oferecer um projeto adequado ao município.

Em paralelo, a Secretaria de Estado da Educação (Sedu) continuará oferecendo o cursinho preparatório para o Enem, com 1.250 vagas, ministrado pela Associação Universidade para Todos (Aupt) e Centro Educacional Israel (CEI), informou Carmem Lúcia Prata, subsecretária de planejamento e avaliação.

A medida faz parte dos investimentos para melhorar a aprendizagem e o ensino, que inclui ainda um horário específico para o ensino de Redação, pelo menos uma vez por semana, no currículo pedagógico das escolas.

Aprendizado

“Os professores são muito qualificados e atenciosos. As aulas são dinâmicas. Não são aquelas aulas cansativas. Todo mundo é muito receptivo” Amanda Buss, 17 anos, estudante

“Aqui é bom porque o objetivo é se acostumar com o Enem. Aqui não é fácil. Não querem aluno que só quer moleza. Nós nos desenvolvemos muito mais” Diego de Oliveira, 19 anos, estudante

Fonte: Gazeta Online

 

 

A escola ainda promove um concurso de contos nos finais de ano e faz uma excursão com cerca de 40 alunos para São Paulo. Entre os pontos de visita, o Museu da Língua Portuguesa. “É um banho de cultura”, diz a professora.

O diretor Diassis Ximenes diz que desde 2009 a escola promove simulados com o mesmo nível de cobrança do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Sessenta alunos da escola foram admitidos em universidades federais no ano passado.

Para comprovar o interesse na escola, ele conta que estudantes de Marechal Floriano, Aracruz, Santa Teresa, Vila Velha, Cariacica e Viana estão matriculados na escola.

A família sempre presente também ajuda. “Tem reunião e os pais comparecem. Questionam, mas atendem o que pedimos”, conta o diretor.

O professor de Matemática Marcelo Zanon cita os projetos das escolas. “Dentro dos projetos há as apresentações culturais, desenvolvem o conhecimento cognitivo”, afirma. A estudante do 3º ano Aline de Paulo Silva, 18, elogia o rigor da escola. “É bom que tenha regras porque é mais organizado.”

Pré-Enem em 287 escolas