A Faculdade PIO XII sempre prezando pelo coletivo, tem tomado inúmeras medidas para que todos possam passar pelo Coronavírus (COVID-19) da maneira mais branda possível.

Diante disso, nas últimas semanas tem tomado uma série de medidas necessárias para a prevenção e controle da disseminação do vírus.

Essa semana, seguindo recomendações do Ministério da Saúde, da Secretaria de Saúde do estado e zelando pela prudência, suspendeu as aulas para os próximos dias e seguirá passando conteúdo para seus alunos através de aulas on-line. Tudo isso, visando a integridade física de seus alunos, corpo docente e colaboradores.

Ainda com o intuito de promover boas práticas ante a esse inimigo invisível, há semanas a instituição vem fornecendo a seu corpo docente e administrativo álcool em gel, bem como tem deixado ele disponível para alunos em locais de atendimento.

Como já é de conhecimento a Faculdade por oferecer o curso de Biomedicina, tem um corpo docente altamente qualificado para tratar do assunto e por vezes, seja aqui no site seja em suas redes sociais lançou mão de conteúdos falando sobre o COVID-19 e assuntos correlatos.

 

Suspensão de aulas presenciais

A Faculdade manterá suspensa as aulas presenciais até o dia 31 de maio de 2020. as aulas suspensas de forma indefinida, aguardando o comunicado do governo. Caso haja necessidade alteraremos este prazo, sempre lançando o comunicado por aqui e pelas nossas redes sociais.

 

Horário de atendimento

  • Laboratório de informática – 19h às 21h30
  • Financeiro: 13h30 às 19h | Atendimento pelo email faculdade@pioxii-es.com.br ou presencialmente
  • Secretaria: 13h30 às 19h | Atendimento exclusivamente pelo email secretaria@pioxii-es.com.br
  • Coordenação de cursos: 13h30 às 19h | Atendimento exclusivamente pelo email coord.geral@pioxii-es.com.br
  • Atendimento Whatsapp e telefônico: 13h30 às 19h30

*Obs.: A biblioteca da Faculdade segue fechada. Caso o aluno tenha feito empréstimo de algum livro, informamos que o mesmo poderá ficar com o exemplar até a data de retorno das atividades do setor, sem que haja qualquer ônus.

Todo os atendimentos são de segunda a sexta-feira, exceto feriado.
Caso hajam novas mudanças manteremos todos informados.

 

Para ter acesso a informações reais e sólidas, atualizações e detalhes sugerimos que acessem coronavirus.saude.gov.br page feita pelo Ministério da Saúde para tratar especificamente sobre o COVID-19 e de onde tiramos maior parte das informações abaixo.

Sobre o Coronavírus (COVID-19)

Coronavírus é uma família de vírus que causam infecções respiratórias. O novo agente do coronavírus foi descoberto em 31/12/19 após casos registrados na China. Provoca a doença chamada de coronavírus (COVID-19).

Os primeiros coronavírus humanos foram isolados pela primeira vez em 1937. No entanto, foi em 1965 que o vírus foi descrito como coronavírus, em decorrência do perfil na microscopia, parecendo uma coroa.

A maioria das pessoas se infecta com os coronavírus comuns ao longo da vida, sendo as crianças pequenas mais propensas a se infectarem com o tipo mais comum do vírus. Os coronavírus mais comuns que infectam humanos são o alpha coronavírus 229E e NL63 e beta coronavírus OC43, HKU1.

 

5 dicas de prevenção ao coronavírus

 

Como se transmite o Coronavírus?

As investigações sobre as formas de transmissão do coronavírus ainda estão em andamento, mas a disseminação de pessoa para pessoa, ou seja, a contaminação por gotículas respiratórias ou contato, está ocorrendo.

Qualquer pessoa que tenha contato próximo (cerca de 1m) com alguém com sintomas respiratórios está em risco de ser exposta à infecção.

É importante observar que a disseminação de pessoa para pessoa pode ocorrer de forma continuada.

Alguns vírus são altamente contagiosos (como sarampo), enquanto outros são menos. Ainda não está claro com que facilidade o coronavírus se espalha de pessoa para pessoa.

Apesar disso, a transmissão dos coronavírus costuma ocorrer pelo ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas, como:

  • gotículas de saliva;
  • espirro;
  • tosse;
  • catarro;
  • contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão;
  • contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.

Os coronavírus apresentam uma transmissão menos intensa que o vírus da gripe.

O período médio de incubação por coronavírus é de 5 dias, com intervalos que chegam a 12 dias, período em que os primeiros sintomas levam para aparecer desde a infecção.

A transmissibilidade dos pacientes infectados por SARSCoV é em média de 7 dias após o início dos sintomas. No entanto, dados preliminares do coronavírus (SARS-CoV-2) sugerem que a transmissão possa ocorrer mesmo sem o aparecimento de sinais e sintomas.

Até o momento, não há informaçõesção suficientes de quantos dias anteriores ao início dos sinais e sintomas uma pessoa infectada passa a transmitir o vírus.

 

Todo paciente com Coronavírus precisa ficar internado em hospital?

Para um correto manejo clínico desde o contato inicial com os serviços de saúde, é preciso considerar e diferenciar cada caso.

Os casos graves devem ser encaminhados a um Hospital de Referência estadual para isolamento e tratamento.

Os casos suspeitos leves podem não necessitar de hospitalização, sendo acompanhados pela Atenção Primária e instituídas medidas de precaução domiciliar. Porém, é necessário avaliar cada caso.

 

Vez e voz de nossos especialistas:

Professora Sigrid Costa Valbão Freire, Coordenadora do Curso de Biomedicina da Faculdade PIO XII e professora das disciplinas de Biologia Celular, Análise Ambiental, Elementos de Ecologia e Evolução e Biologia Forense.

A história da humanidade é marcada por muitas pragas que acometeram continentes e dizimaram grande parte da população mundial.

Na literatura, os registros mostram períodos cíclicos – ou períodos que seguem certo padrão temporal (de, aproximadamente, 75/80 anos) – para que essas pandemias* aconteçam, principalmente quando falamos de infecções virais transmitidas pelo ar. Por isso, a comunidade científica, de tempo em tempo, precisa

  1. aprimorar a vigilância epidemiológica, permitindo uma conexão entre os países envolvidos;
  2. investir em tecnologia para pesquisas clínicas, criando insumos como vacinas e medicamentos para contenção da doença, e
  3. melhorar a estrutura laboratorial para um rápido diagnóstico.

O Conselho de Monitoramento para a Preparação Global (GPMB), juntamente com o Banco Mundial e Organização Mundial da Saúde (OMS), alertam que “doenças propensas a epidemias são cada vez mais difíceis de gerir em um mundo dominado por longos conflitos, Estados frágeis e imigração forçada.”

Segundo a OMS, deveria haver mais investimentos em pesquisa e novas tecnologias para fortalecer os sistemas de saúde e melhorar os sistemas mundiais de comunicação.

Com um mundo sempre em mudança, esses surtos estão nos “ensinando” e nos preparando para cuidarmos da informação e da saúde coletiva antes que as epidemias surjam, nos mostrando a fragilidade e a deficiência dos sistemas de saúde de muitos países mundo afora.

É importante fazermos nossa parte!

 

Prof.  Paulo Wagner é Doutor Especializado em Engenharia Ambiental. Com mestrado em Bioquímica Agrícola e doutorado em Engenharia Ambiental.

Em ambientes fechados com aglomeração de pessoas, o ideal é desligar o sistema de ar condicionado, abrir janelas e permitir a renovação de ar. Para os ambientes com climatização artificial e ausência de janelas, manter o sistema de ar condicionado em temperatura abaixo de 21°C e possibilitar a manutenção da umidade do ar. Nessa condição, as partículas virais tendem a permanecer mais próxima do solo, distante do trato respiratório.

Já com relação aos processos de limpeza e desinfecção, além de lavar as mãos com água e sabão, para as superfícies inanimadas, a desinfecção pode ser realizada de forme eficiente com a aplicação de etano 62-71%, inclusive para as mãos, solução de peróxido de hidrogênio 0,5% ou solução de hipoclorito de sódio 0,1%, estes dois últimos, apenas em superfícies, por um tempo mínimo de 1 minuto.

 

Dr. Rodrigo Pratte é professor da Faculdade PIO XII, biólogo, geneticista pelo conselho regional de biologia e especialista em vírus (tese de doutorado sobre disseminação de vírus causadores de gastroenterite)

Os sintomas mais comuns são febre, cansaço e tosse seca. Algumas pessoas têm dores no corpo, congestão nasal, coriza, dor de garganta ou diarreia. Uma em cada seis pessoas desenvolve dificuldade para respirar. Outras não desenvolvem sintoma nenhum, segundo a OMS. Pessoas mais velhas e com doenças de saúde como pressão alta, diabetes e doenças cardiovasculares têm mais chance de desenvolver um quadro grave da doença. Idosos e pacientes com baixa imunidade podem apresentar manifestações mais graves.

E o que fazer caso esses sintomas apareçam?
Segundo o infectologista da USP Esper Kallás, pessoas com quadros leves (pouca tosse, febre baixa, nariz escorrendo) deveriam receber orientações para ficar em casa com remédios para os sintomas, hidratação e repouso.
“A pessoa que vai para o hospital com dor de cabeça e um pouco de febre tem grande chance de pegar coronavírus na sala de espera do sujeito ao lado.”
Já a falta de ar progressiva, a tosse intensa, catarro com pus, febre alta com calafrios e pontas dos dedos e lábios arroxeados são sinais de infecção grave pelo novo coronavírus. Nesse caso, é preciso ir a um hospital.

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2020/03/quais-sao-os-sintomas-do-novo-coronavirus.shtml