Como começar um negócio ainda na faculdade

A educação para o empreendedorismo deveria ser fomentada ainda nos níveis mais básicos de ensino, ser apresentada como opção de carreira, como possibilidade a ser trilhada além do emprego formal.

Entretanto, ainda não existe um consenso na academia referente às principais questões relacionadas ao ensino do empreendedorismo, ou seja, de uma proposta metodológica. Uma das discussões mais recorrentes é sobre como e em que condições se pode verificar o ensino nesta área.

Nesse contexto, o aluno precisa querer aprender a empreender. Portanto, o professor tradicional no seu papel de ensinar conteúdos deveria ser substituído pelo papel de facilitador, mentor ou articulador, conectando o aluno com os diversos atores do ecossistema empreendedor.

Para os alunos, que até então enxergam na formação acadêmica a única opção profissional, trata-se de uma oportunidade para ampliar sua visão de mundo.

De acordo com pesquisa realizada em 2013 pelo Instituto de Pesquisas Data Popular, quase um milhão e meio de brasileiros que estão na faixa de 16 a 24 anos já são donos de seus próprios negócios. Muitos desses jovens começam a empreender quando ainda estão na faculdade, onde entre outras oportunidades, podem contar com a ajuda de incubadoras, empresas juniores, professores orientadores e centros de empreendedorismo.

É inegável que aprendemos muito em sala de aula, seja com os docentes, material didático, seminários ou palestras. Mas o ambiente de aprendizado vai muito além da sala de aula.

É durante sua vida acadêmica que você precisa refletir sobre quais são suas verdadeiras paixões pessoais. Lembre-se de que elas podem estar associadas aos seus hobbies, a temas e atividades que você conhece ou gostaria de conhecer e praticar, ou ainda assuntos em que você se sinta constantemente desafiado. Uma boa dica é que você analise cada disciplina do seu curso e tente perceber como cada disciplina poderia ser transformada ou aplicada em um possível negócio.

Se você for capaz de realizar essa análise e encontrar uma zona de intersecção entre suas paixões, seus conhecimentos e as necessidades de um mercado, muito provavelmente encontrará boas oportunidades para empreender.

Outra dica é pensar além da sala de aula. Tente vivenciar e analisar diferentes situações como férias e viagens. Fique atento às oportunidades de negócios em outros lugares que você talvez possa adaptar ao nosso mercado. Converse com professores de diferentes áreas de especialização sobre suas ideias para que você tenha opiniões e diferentes pontos de vista.

Esse é o momento oportuno também para fazer conexões. Durante a faculdade você poderá conhecer possíveis parceiros e apoiadores, que podem ser seus colegas ou até mesmo professor. Irá também conhecer ouros empreendedores na figura de palestrantes.

Procure saber como foi para ele empreender, que caminho trilhou, quais foram os desafios e oportunidades. Participe de organizações estudantis, grupos de trabalhos voluntários e de cursos extracurriculares. Lembre-se de que as pessoas valem mais pelo que são capazes de fazer e não somente por aquilo que conhecem.

Fonte: Exame

Como começar um negócio ainda na faculdade

A educação para o empreendedorismo deveria ser fomentada ainda nos níveis mais básicos de ensino, ser apresentada como opção de carreira, como possibilidade a ser trilhada além do emprego formal.

Entretanto, ainda não existe um consenso na academia referente às principais questões relacionadas ao ensino do empreendedorismo, ou seja, de uma proposta metodológica. Uma das discussões mais recorrentes é sobre como e em que condições se pode verificar o ensino nesta área.

Nesse contexto, o aluno precisa querer aprender a empreender. Portanto, o professor tradicional no seu papel de ensinar conteúdos deveria ser substituído pelo papel de facilitador, mentor ou articulador, conectando o aluno com os diversos atores do ecossistema empreendedor.

Para os alunos, que até então enxergam na formação acadêmica a única opção profissional, trata-se de uma oportunidade para ampliar sua visão de mundo.

De acordo com pesquisa realizada em 2013 pelo Instituto de Pesquisas Data Popular, quase um milhão e meio de brasileiros que estão na faixa de 16 a 24 anos já são donos de seus próprios negócios. Muitos desses jovens começam a empreender quando ainda estão na faculdade, onde entre outras oportunidades, podem contar com a ajuda de incubadoras, empresas juniores, professores orientadores e centros de empreendedorismo.

É inegável que aprendemos muito em sala de aula, seja com os docentes, material didático, seminários ou palestras. Mas o ambiente de aprendizado vai muito além da sala de aula.

É durante sua vida acadêmica que você precisa refletir sobre quais são suas verdadeiras paixões pessoais. Lembre-se de que elas podem estar associadas aos seus hobbies, a temas e atividades que você conhece ou gostaria de conhecer e praticar, ou ainda assuntos em que você se sinta constantemente desafiado. Uma boa dica é que você analise cada disciplina do seu curso e tente perceber como cada disciplina poderia ser transformada ou aplicada em um possível negócio.

Se você for capaz de realizar essa análise e encontrar uma zona de intersecção entre suas paixões, seus conhecimentos e as necessidades de um mercado, muito provavelmente encontrará boas oportunidades para empreender.

Outra dica é pensar além da sala de aula. Tente vivenciar e analisar diferentes situações como férias e viagens. Fique atento às oportunidades de negócios em outros lugares que você talvez possa adaptar ao nosso mercado. Converse com professores de diferentes áreas de especialização sobre suas ideias para que você tenha opiniões e diferentes pontos de vista.

Esse é o momento oportuno também para fazer conexões. Durante a faculdade você poderá conhecer possíveis parceiros e apoiadores, que podem ser seus colegas ou até mesmo professor. Irá também conhecer ouros empreendedores na figura de palestrantes.

Procure saber como foi para ele empreender, que caminho trilhou, quais foram os desafios e oportunidades. Participe de organizações estudantis, grupos de trabalhos voluntários e de cursos extracurriculares. Lembre-se de que as pessoas valem mais pelo que são capazes de fazer e não somente por aquilo que conhecem.

Fonte: Exame