Baixo desempenho é o principal motivo de demissões

O baixo desempenho do profissional na empresa é a principal causa de demissões no Brasil, segundo pesquisa da Robert Half. De acordo com o levantamento, 34% dos 100 diretores de recursos humanos entrevistados acreditam que o desempenho ruim é o fator decisivo na hora da demissão.

Não se adequar à cultura da empresa é a segunda razão de demissão, com 26%. Em seguida aparecem: relacionamento ruim com a equipe (16%), atrasos e faltas (12%), relacionamento ruim com o superior (10%) e outros motivos (2%).
Para Fernando Mantovani, diretor de operações da Robert Half, o resultado da pesquisa comprova a tendência das organizações em unir questões comportamentais e técnicas ao avaliar o desempenho de profissionais. “As empresas buscam maior eficiência e rentabilidade e para isso acontecer é necessário que os colaboradores estejam comprometidos com a organização”, explica.
Menos rotatividade
 
Segundo a pesquisa, 54% dos diretores de RH entrevistados acreditam que programas de treinamento e de desenvolvimento seriam a principal ferramenta de prevenir a rotatividade. Outros 30% acreditam que a solução está em um processo de recrutamento mais elaborado. Contratar profissionais de forma temporária antes de efetivá-los foi um método indicado por 13% dos executivos e 3% afirmaram que programas de mentoring poderiam ajudar na rotatividade.
Entre os entrevistados, 58% afirmaram promover entrevistas de desligamento. Segundo eles, que trazem boas oportunidades para identificar melhorias para a empresa e para a carreira do colaborador demitido.
meninasite

Baixo desempenho é o principal motivo de demissões

O baixo desempenho do profissional na empresa é a principal causa de demissões no Brasil, segundo pesquisa da Robert Half. De acordo com o levantamento, 34% dos 100 diretores de recursos humanos entrevistados acreditam que o desempenho ruim é o fator decisivo na hora da demissão.

Não se adequar à cultura da empresa é a segunda razão de demissão, com 26%. Em seguida aparecem: relacionamento ruim com a equipe (16%), atrasos e faltas (12%), relacionamento ruim com o superior (10%) e outros motivos (2%).
Para Fernando Mantovani, diretor de operações da Robert Half, o resultado da pesquisa comprova a tendência das organizações em unir questões comportamentais e técnicas ao avaliar o desempenho de profissionais. “As empresas buscam maior eficiência e rentabilidade e para isso acontecer é necessário que os colaboradores estejam comprometidos com a organização”, explica.
Menos rotatividade
 
Segundo a pesquisa, 54% dos diretores de RH entrevistados acreditam que programas de treinamento e de desenvolvimento seriam a principal ferramenta de prevenir a rotatividade. Outros 30% acreditam que a solução está em um processo de recrutamento mais elaborado. Contratar profissionais de forma temporária antes de efetivá-los foi um método indicado por 13% dos executivos e 3% afirmaram que programas de mentoring poderiam ajudar na rotatividade.
Entre os entrevistados, 58% afirmaram promover entrevistas de desligamento. Segundo eles, que trazem boas oportunidades para identificar melhorias para a empresa e para a carreira do colaborador demitido.
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