Aulas mostram a importância de obras clássicas da literatura

A região de origem de diversos autores brasileiros foi usada como pano de fundo ou mesmo como tema central para uma série de romances. Pela relevância, essas obras hoje são consideradas clássicos da literatura nacional. É o caso do gaúcho Érico Veríssimo e da cearense Rachel de Queiroz, por exemplo. O assunto está nas reportagens do Projeto Educação 2011 e 2010, que também falam da contribuição de nomes como João Cabral de Melo Neto, Nelson Rodrigues e José Lins do Rego.

A obra do gaúcho Érico Veríssimo foi tema da reportagem de literatura. O autor do modernismo ficou conhecido por falar, em seus romances, sobre a formação do estado do Rio Grande do Sul. A professora Flávia Suassuna falou das principais obras, como O Tempo e o Vento.

José Américo de Almeida, paraibano, foi um dos grandes nomes da literatura nordestina. Ele escreveu livros como A Bagaceira, que inovou na forma e no conteúdo. Apesentado em capítulos, parece ser narrado em cenas, um traço do modernismo.

joseamerico

O paraibano José Lins do Rego, autor de Fogo Morto, aborda, em suas obras, muito da realidade do Nordeste. Seus livros tratam da formação da família patriarcal, no âmbito cultural, e são comumente comparados à obra do pernambucano Gilberto Freyre.

Rachel de Queiroz falou muito da seca em seus livros, que se tornaram clássicos da literatura. A cearense escreveu obras como Memorial de Maria Moura e O Quinze, que mostram o sofrimento dos nordestinos. Amigo da escritora, Ariano Suassuna contou um pouco da relação com a colega.

O romantismo chegou ao Brasil para buscar nossa identidade cultural, independente de Portugal. A primeira pessoa foi José de Alencar, na prosa do romantismo, no século 19. O cearense não se limitou ao Nordeste, tratando de temas importantes e que revelaram o verdadeiro Brasil.

Vestido de Noiva, obra de Nelson Rodrigues, virou símbolo de desunião e briga entre duas irmãs. A professora Flávia Suassuna contou a história da peça do pernambucano Nelson, que radicado no Rio de Janeiro inaugurou o modernismo no teatro brasileiro.

Na época da construção do Mercado de São José, o período realista estava em evidência na literatura europeia. As condições de trabalho e as realidades subumanas começaram a aparecer nos livros. Os artistas passaram a abandonar o romantismo, sendo mais objetivos.

A volta ao passado é algo comum na literatura e pode ser percebido desde a Grécia Antiga até os dias de hoje. A ligação do homem com a natureza também foi abordada pelos autores, sempre idealizada, seja em Alexandria ou na Europa Clássica.

Aos 20 anos de idade, o recifense João Cabral de Melo Neto foi morar no Rio de Janeiro, onde virou diplomata e se lançou na literatura. Flávia Suassuna falou que o autor é considerado um dos maiores poetas brasileiros, sempre abordando a condição humana, os problemas, a sociedade.

A atmosfera de mistério foi tratada pelos autores góticos, da segunda fase do modernismo. O sentimento que os artistas revelaram ficou conhecido como o mal do século, que falava da morte, de temas sombrios. Um dos expoentes da época foi Álvares de Azevedo.

Fonte: G1

Aulas mostram a importância de obras clássicas da literatura

A região de origem de diversos autores brasileiros foi usada como pano de fundo ou mesmo como tema central para uma série de romances. Pela relevância, essas obras hoje são consideradas clássicos da literatura nacional. É o caso do gaúcho Érico Veríssimo e da cearense Rachel de Queiroz, por exemplo. O assunto está nas reportagens do Projeto Educação 2011 e 2010, que também falam da contribuição de nomes como João Cabral de Melo Neto, Nelson Rodrigues e José Lins do Rego.

A obra do gaúcho Érico Veríssimo foi tema da reportagem de literatura. O autor do modernismo ficou conhecido por falar, em seus romances, sobre a formação do estado do Rio Grande do Sul. A professora Flávia Suassuna falou das principais obras, como O Tempo e o Vento.

José Américo de Almeida, paraibano, foi um dos grandes nomes da literatura nordestina. Ele escreveu livros como A Bagaceira, que inovou na forma e no conteúdo. Apesentado em capítulos, parece ser narrado em cenas, um traço do modernismo.

joseamerico

O paraibano José Lins do Rego, autor de Fogo Morto, aborda, em suas obras, muito da realidade do Nordeste. Seus livros tratam da formação da família patriarcal, no âmbito cultural, e são comumente comparados à obra do pernambucano Gilberto Freyre.

Rachel de Queiroz falou muito da seca em seus livros, que se tornaram clássicos da literatura. A cearense escreveu obras como Memorial de Maria Moura e O Quinze, que mostram o sofrimento dos nordestinos. Amigo da escritora, Ariano Suassuna contou um pouco da relação com a colega.

O romantismo chegou ao Brasil para buscar nossa identidade cultural, independente de Portugal. A primeira pessoa foi José de Alencar, na prosa do romantismo, no século 19. O cearense não se limitou ao Nordeste, tratando de temas importantes e que revelaram o verdadeiro Brasil.

Vestido de Noiva, obra de Nelson Rodrigues, virou símbolo de desunião e briga entre duas irmãs. A professora Flávia Suassuna contou a história da peça do pernambucano Nelson, que radicado no Rio de Janeiro inaugurou o modernismo no teatro brasileiro.

Na época da construção do Mercado de São José, o período realista estava em evidência na literatura europeia. As condições de trabalho e as realidades subumanas começaram a aparecer nos livros. Os artistas passaram a abandonar o romantismo, sendo mais objetivos.

A volta ao passado é algo comum na literatura e pode ser percebido desde a Grécia Antiga até os dias de hoje. A ligação do homem com a natureza também foi abordada pelos autores, sempre idealizada, seja em Alexandria ou na Europa Clássica.

Aos 20 anos de idade, o recifense João Cabral de Melo Neto foi morar no Rio de Janeiro, onde virou diplomata e se lançou na literatura. Flávia Suassuna falou que o autor é considerado um dos maiores poetas brasileiros, sempre abordando a condição humana, os problemas, a sociedade.

A atmosfera de mistério foi tratada pelos autores góticos, da segunda fase do modernismo. O sentimento que os artistas revelaram ficou conhecido como o mal do século, que falava da morte, de temas sombrios. Um dos expoentes da época foi Álvares de Azevedo.

Fonte: G1