2015 tem remédio?

Seja em conselhos de administração, seja em eventos universitários, a pergunta
“2015 tem remédio?” não cala.

Que o ano vai ser duro, nós já sabemos. Da economia à infraestrutura, temos desafios complicadíssimos pela frente. A solução? Não temos. Pelo menos, não no curto prazo.

Então o remédio é cruzar os braços e esperar o ano acabar? Não. Essa não é uma possibilidade – para nenhum de nós.

Resolvi trazer essa discussão aqui para o blog, porque esse “mal estar da população” tem me deixado bastante incomodada. Não tenho a intenção de dar uma visão “poliana” da nossa realidade – nem caberia, porque as dificuldades são concretas. Mas, cá pra nós: há muitos dias em nosso calendário ainda para jogarmos a toalha. Há muito o que fazer e não deveríamos nos deixar contaminar por esse “baixo astral corporativo”. Os problemas estão aí. O que cada um de nós fará com esse cenário é outra história.

Mas o que podemos fazer?

A inquietude e o inconformismo são ótimos aliados – tanto de empresas quanto de profissionais – em qualquer ocasião. Em tempos turbulentos então, são um ótimo remédio.

Do ponto de vista das empresas, questionar os processos, a entrega e o nível de satisfação dos clientes pode ajudar. Será que tudo o que poderia ser feito já foi feito? Será que todas as possibilidades de se atingir a excelência já foram esgotadas? Enquanto alguns se queixam e se entregam à apatia, outros podem tentar encontrar uma oportunidade de negócio onde ninguém viu. De que lado você quer estar?

Do ponto de vista dos profissionais, a lógica é a mesma. Olhar para si com humildade e questionar o que pode ser melhorado/aprendido pode ser de grande valia – pessoal e profissionalmente. Você já exauriu todas as possibilidades de aprendizado dentro da sua área? Já incorporou todas as habilidades necessárias para ser um excelente administrador/escultor/jornalista?

Falando da minha própria análise, posso dizer que ainda tenho muito a melhorar/revisitar. A lista é grande e vou tratar esse ano de correr atrás do que me falta. Como Einstein e Rita Mae Brown disseram, não podemos esperar resultados diferentes, fazendo as coisas exatamente do mesmo jeito. O ano já nos deu e ainda nos dará obstáculos suficientes. Eu vou é tratar de desviar deles. E você? Vem comigo?

pensandosite

Fonte: EXAME

2015 tem remédio?

Seja em conselhos de administração, seja em eventos universitários, a pergunta
“2015 tem remédio?” não cala.

Que o ano vai ser duro, nós já sabemos. Da economia à infraestrutura, temos desafios complicadíssimos pela frente. A solução? Não temos. Pelo menos, não no curto prazo.

Então o remédio é cruzar os braços e esperar o ano acabar? Não. Essa não é uma possibilidade – para nenhum de nós.

Resolvi trazer essa discussão aqui para o blog, porque esse “mal estar da população” tem me deixado bastante incomodada. Não tenho a intenção de dar uma visão “poliana” da nossa realidade – nem caberia, porque as dificuldades são concretas. Mas, cá pra nós: há muitos dias em nosso calendário ainda para jogarmos a toalha. Há muito o que fazer e não deveríamos nos deixar contaminar por esse “baixo astral corporativo”. Os problemas estão aí. O que cada um de nós fará com esse cenário é outra história.

Mas o que podemos fazer?

A inquietude e o inconformismo são ótimos aliados – tanto de empresas quanto de profissionais – em qualquer ocasião. Em tempos turbulentos então, são um ótimo remédio.

Do ponto de vista das empresas, questionar os processos, a entrega e o nível de satisfação dos clientes pode ajudar. Será que tudo o que poderia ser feito já foi feito? Será que todas as possibilidades de se atingir a excelência já foram esgotadas? Enquanto alguns se queixam e se entregam à apatia, outros podem tentar encontrar uma oportunidade de negócio onde ninguém viu. De que lado você quer estar?

Do ponto de vista dos profissionais, a lógica é a mesma. Olhar para si com humildade e questionar o que pode ser melhorado/aprendido pode ser de grande valia – pessoal e profissionalmente. Você já exauriu todas as possibilidades de aprendizado dentro da sua área? Já incorporou todas as habilidades necessárias para ser um excelente administrador/escultor/jornalista?

Falando da minha própria análise, posso dizer que ainda tenho muito a melhorar/revisitar. A lista é grande e vou tratar esse ano de correr atrás do que me falta. Como Einstein e Rita Mae Brown disseram, não podemos esperar resultados diferentes, fazendo as coisas exatamente do mesmo jeito. O ano já nos deu e ainda nos dará obstáculos suficientes. Eu vou é tratar de desviar deles. E você? Vem comigo?

pensandosite

Fonte: EXAME